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Shorts, Bach and Bukowski

"Making a Man" is a making of a "A Man", a short-film by Laurent Simões, based on a story written by Charles Bukowski. The film is also about the context of contemporary independent Portuguese cinema, Bukowski's literature and his passion for classical music - Bach included (montage sequence). While researching, I came across with courageously singular things, like Bukowski's poetry or the work of Willem van Ekeren. See him singing, about "something else in me".

"Fazendo um Homem" é um making of que se esforça por ser um documentário, ou pelo menos, um documento, sobre o que é isso do cinema independente em Portugal no início do séc. XXI. Pelo caminho fala-se ainda de Charles Bukowski, (sequência ficcionada) que escreveu o conto que inspirou Laurent Simões, o realizador da curta-metragem "Um Homem". A pesquisa para o filme levou-nos até à poesia de Bukowski e à singularidade de Willem van Ekeren, artista que interpreta ao piano peças de Bach, acompanhando-as com poemas de Charles Bukowski. Ver aqui!

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Uma análise de um poema da Mensagem

Entre os estudos mais interessantes (e importantes) recentemente publicados sobre a Mensagem de Fernando Pessoa, encontra-se o livro de Nuno Hipólito que leva o sugestivo título de “As Mensagens da Mensagem”, publicado originalmente em 2007. 
Tal como o autor explica no seu blog Um Fernando Pessoa, em razão do livro se encontrar actualmente esgotado nas livrarias, Hipólito decidiu disponibilizá-lo online, em PDF gratuito, numa versão actualizada.

A critica literária de Fernando Pessoa sobre a “Romaria”: elogio ou ironia?

A opinião de Fernando Pessoa sobre a obra e a figura de Vasco Reis não é pacífica. O autor da Mensagem escreveu mesmo sobre A Romaria, livro que tinha ficado à frente daquele no concurso do SPN de 1934. Mas enquanto que no website "Um Fernando Pessoa" se refere que esta “crítica, honesta e subtil, parece prova evidente de que [Pessoa] não guardara rancores do prémio que lhe fora a ele mesmo concedido”, já José Blanco, num ensaio intitulado “A verdade sobre a Mensagem” aponta para o sentido oposto:

O “sebastianismo racional” de Fernando Pessoa não é um paradoxo mas antes um cinismo pragmático.

"[...] como conciliou Pessoa o racionalismo livre-pensador da sua formação com a inclinação para as inúmeras doutrinas e práticas ocultistas que cultivou ou pelas quais se interessou? Uma tentação seria a de responder, simplesmente que Pessoa, com as suas personalidades múltiplas, era contraditório, paradoxal, que conviviam nele sem problema estas e outras antinomias.